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Reportagem de A  Crítica – lista tríplice da Policia Federal

Perito Fernando De Pinho Barreira na realização de lista tríplice

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Perito Fernando De Pinho Barreira auditando a escolha de lista tríplice da Polícia Federal

  
O processo de formação da lista tríplice da polícia federalrealizado pela ADPF em 2016 foi auditado pela THE PERFECT LINK, empresa de soluções forenses e líder do mercado de auditoria de eleições. Na foto o Perito e CEO da empresa Fernando De Pinho Barreira apresenta o resultado do pleito, encabeçado pela Dra Erika Mialik Marena.

A lista tríplice será apresentada ao Presidente da República como opção da categoria para escolha do Diretor Geral de Polícia Federal.


Comissão de Direitos Humanos da ALESP conta com a colaboração do Perito Fernando De Pinho Barreira

Nesta quarta-feira o perito Fernando De Pinho Barreira compareceu à Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, presidida pelo Exmo. Sr. Deputado Carlos Alberto Bezerra Jr. com a temática das listas depreciativas conhecidas como “Top 10”

  


FERRAMENTAS SIMPLES E INTELIGENTES DE PREVENÇÃO DE CRIMES E INVESTIGAÇÃO CRIMINAL – Perito Fernando De Pinho Barreira

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                          Novas e Interessantes ferramentas de prevenção de crimes e de identificação forense de criminosos têm sido criadas.

                   Tecnologias como jatos de tinta que permitem uma identificação química única de um invasor de residências, por exemplo, ainda que permaneçam eficientes, evoluíram para marcações através de raios ultra-violeta.

                   Estas marcações forenses permitem relacionar um criminoso à cena de um crime, sem que o indivíduo saiba que carrega consigo uma prova de sua participação no crime.

                   A utilização de ferramentas  forenses sofisticadas ou mesmo de simples lâmpadas ultra-violeta permitem a individualização e a identificação do suspeito.

                  A adoção de tecnologias como estas – o que já ocorre no Reino Unido – acrescenta Inteligência à investigação criminal e agrega um fator de inibição psicológica no criminoso. 


COMO “ESCUTAR” A CENA DO CRIME – UM POUCO DE GROTHENDIECK NA CIÊNCIA FORENSE – Pelo Perito e Especialista em Direito Eletrônico – Fernando De Pinho Barreira



                     O universo da investigação e da perícia criminal, em um primeiro plano, raramente remete à paz. 

                     Há quem procure ver nas atividades compreendidas entre a análise de cenas de crime, no uso da criminologia e de outras ferramentas Investigativas, um jogo nebuloso de busca ao criminoso, carregado de alguma emoção, quando de facto se está a tratar de ciência aplicada. 

                     Grothendieck – o mais significativo matemático de nossa época, e também um pacifista – disse que “A qualidade da imaginação de um pesquisador se mede pela qualidade da atenção com que ele escuta a voz das coisas”. 

                     Eu sempre entendi a ciência forense como um primeiro instrumento de pacificação, de restabelecimento da desarmonia criada pelo crime praticado. 

                      O pensamento de Grothendieck quanto à matemática aplica-se sobremaneira ao pesquisador forense: é preciso saber “ouvir” e ler a cena do crime. E a “qualidade” do trabalho produzido estará em muito voltada à essa capacidade. 

                       As ferramentas forenses, hoje em um estágio de grande sofisticação, bem como os bancos de dados bastante completos, convidam a olvidar do estudo holístico da cena do crime, enfatizando a coleta e análise de evidências e o cruzamento das informações obtidas. 

                       Um caminho certo ao êxito – ainda utilizando-se de Grothendieck – é deixar-se a “maturar” as diversas informações, sem privilegiar o emprego das ferramentas como “força bruta” (e cega) na análise forense. 

                         O raciocínio e a humanização evitam uma robotização da investigação forense criminal, por subordinar o uso das ferramentas forenses – instrumentos de análises de partes, que são – à capacidade de abstração do investigador.


Fernando De Pinho Barreira – Crimes Tributários

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Os Crimes Eletrônicos e A Perícia Criminal em Forense Computacional

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De acordo com o Perito criminal Fernando De Pinho Barreira, a internet e os outros meios de comunicação contemporâneos, apresentam tanta segurança quanto as formas de interação e comércio convencionais.

Isto porque não existem dois mundos – um mundo virtual e outro real – e sim um
mesmo mundo real virtualizado. Ou seja, as interações nos meios eletrônicos refletem as mesmas relações jurídicas já existentes, de modo que a maioria dos ilícitos igualmente podem ser praticados com o uso da Internet.

Os ilícitos mais comuns nesse meio são os crimes contra a honra – calúnia, injúria e difamação –
alguns crimes patrimoniais, como o furto mediante fraude (fraude Internet Banking), estelionatos;
crimes de ódio – preconceitos contra etnias, credos, naturalidades, preferências sexuais, políticas, etc. – e
de pornografia infantil.

Importante é destacar que todas essas formas de crimes não ficam impunes, uma vez que é possível rastrear os criminosos e formar provas eletrônicas suficientes – e até com mais facilidade – que as produzidas contra os crimes convencionais.

A perícia forense computacional é a ciência que se dedica a formar e analisar essas provas. Através de métodos, ferramentas e técnicas forenses, os peritos conseguem analisar as envidências e descobrir mesmo os criminosos mais dissimulados, gerando subsídios para a resposta penal às vítimas, ou seja: a condenação desses criminosos.

Com a disseminação dos meios de prevenção que podem ser utilizados pelo Internauta e o aumento do conhecimento informático, bem como o constante empenho das forças de segurança, essa criminalidade tende a baixar a patamares pouco significativos, se comparados aos crimes praticados de modo convencional.