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Fernando De Pinho Barreira na UNICHAPECO

Um auditório multidisciplinar foi o público da palestra do Perito CSI Fernando De Pinho Barreira na UNOCHAPECO

https://www.unochapeco.edu.br/noticias/palestra-abordou-a-investigacao-dos-crimes-de-alta-tecnologia  


Bloqueio do whatsapp pelo Perito Fernando De Pinho Barreira

  
A discussão sobre o bloqueio do #whatsapp não leva em conta a gravidade do não cumprimento, pelo Facebook, das determinações judiciais que atendem a pedidos de investigações sobre crimes sérios, como pornografia infantil, tráfico de drogas, difamações, divulgação de vídeos íntimos, etc. Estamos criando um quarto poder? Uma empresa multinacional que não se submete às leis nacionais e que não pode ser penalizada porque tem um produto útil? Acrescente-se que nos demais países a empresa colabora com a justiça e é, quando não o faz, penalizada gravemente. É o momento de lembrarmos que cidadania é também a possibilidade de a vítima encontrar também a resposta às suas dores, pelo estado. #EspecialistaDireitodigital #csi #bloqueiowhatsapp @fernandodepinhobarreira

 
 


Entrevista do Perito Fernando De Pinho Barreira no CNEC Facos em Osório/RS

Entrevista do Perito no CNEC Facos em Osório/RS Perito Fernando De Pinho Barreira 

 


Palestra do Perito Fernando De Pinho Barreira na Universidade de Caxias do Sul – UCS de Bento Gonçalves

Palestra do Perito Fernando De Pinho Barreira na Universidade de Caxias do Sul – UCS de Bento Gonçalves O USO DA CRIMINOLOGIA NA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL  #UCS #CARVI #bentogoncalves #guiadebento #universidade #caxiasdosul #palestra #FernandoDePinhoBarreira #perito #aulamagna #especialista #direitodigital


COMO “ESCUTAR” A CENA DO CRIME – UM POUCO DE GROTHENDIECK NA CIÊNCIA FORENSE – Pelo Perito e Especialista em Direito Eletrônico – Fernando De Pinho Barreira



                     O universo da investigação e da perícia criminal, em um primeiro plano, raramente remete à paz. 

                     Há quem procure ver nas atividades compreendidas entre a análise de cenas de crime, no uso da criminologia e de outras ferramentas Investigativas, um jogo nebuloso de busca ao criminoso, carregado de alguma emoção, quando de facto se está a tratar de ciência aplicada. 

                     Grothendieck – o mais significativo matemático de nossa época, e também um pacifista – disse que “A qualidade da imaginação de um pesquisador se mede pela qualidade da atenção com que ele escuta a voz das coisas”. 

                     Eu sempre entendi a ciência forense como um primeiro instrumento de pacificação, de restabelecimento da desarmonia criada pelo crime praticado. 

                      O pensamento de Grothendieck quanto à matemática aplica-se sobremaneira ao pesquisador forense: é preciso saber “ouvir” e ler a cena do crime. E a “qualidade” do trabalho produzido estará em muito voltada à essa capacidade. 

                       As ferramentas forenses, hoje em um estágio de grande sofisticação, bem como os bancos de dados bastante completos, convidam a olvidar do estudo holístico da cena do crime, enfatizando a coleta e análise de evidências e o cruzamento das informações obtidas. 

                       Um caminho certo ao êxito – ainda utilizando-se de Grothendieck – é deixar-se a “maturar” as diversas informações, sem privilegiar o emprego das ferramentas como “força bruta” (e cega) na análise forense. 

                         O raciocínio e a humanização evitam uma robotização da investigação forense criminal, por subordinar o uso das ferramentas forenses – instrumentos de análises de partes, que são – à capacidade de abstração do investigador.


Perícia e Investigação Criminal – Ferramentas, Método e Raciocínio – Fernando De Pinho Barreira

A investigação forense criminal moderna depende, em boa parte, do conhecimento posto em prática de acordo com a situação específica; do uso de métodos e ferramentas forenses como a criminologia e do estudo de cenas de crime; e, em uma boa medida, da capacidade de discernimento do perito em adequar método, ferramentas e técnicas aos objetivos da investigação.

Diante do dinamismo e diversidade dos ataques, não basta ao profissional o conhecimento do uso e do alcance das ferramentas forenses de mercado: faz-se necessário o conhecimento dos fundamentos da matéria, permitindo ao perito proporcionar soluções novas para novas dificuldades. É o conhecimento posto em prática.

O mesmo se aplica às ferramentas forenses: nem sempre pode bastar submeter as evidências às ferramentas forenses pré-formatadas e, no caso da investigação, situações como estas são ainda mais comuns.

Quando isto se dá, pode ser uma vantagem aliar ao conhecimento dos fundamentos da matemática, telecomunicações e informática, alguma habilidade em programação.

A capacidade de poder construir rapidamente ferramentas específicas, adequadas ao caso em questão, podem significar a diferença entre conseguir encontrar a autoria do ilícito ou produzir apenas um laudo previsível.

A tecnologia e, consequentemente, a atividade criminosa inovam para se perpetuar e o perito deve ter consciência de que a atividade forense, embora norteada pelo sólido conhecimento clássico, requer visão holística e idéias novas.

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